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Neste Aniversário do Código Dá Vintch Cinco de Abriu-looooooo… o gógò para GRITAR e… irmos todos plantar batatas e “coubes” lá em Trás-Os-Montes (acabei de escutar aqui uma reportagem sobre o regresso dos Jovens Portugueses de hoje, às Terras de Alfandega da Fé… Fé! que nós temos que isto pode dar certo, carago!!!) eu deixo-vos aqui a minha crônica>>> Vamos Falar de Politica Xuxializante Luz & Tana… De: Silvino Potêncio,…
- Vamos Falar de Política Xuxializante Luz & Tana.
Segundo um provérbio Luz & Tano, “quem escuta de si ouve“!!! … e por isso, hoje eu me “alembrei” de vos escrever – agora e sempre – da forma que aprendi na voz do povo.
- Na escola da vida interiorana lá das nossas terras altas, onde a serra acaba, e o céu começa a ficar mais perto dos homens, e das mulheres de boa vontade de subir na vida emigrante eu escrevi mais ou menos “axim”:
DO RISO EU FALO A SÉRIO!…
PORTANTO NAO SE RIAM ASSIM,
ISTO AQUI NÃO TEM MISTÉRIO
TODOS SE RIEM DE TODOS, … E EU ATÉ RIO DE MIM!
Pelas escrituras do “Al Ku rão” onde o macho é sempre colocado acima da fêmea, ou seja: o “ome” está sempre acima da mulher, e (entenda-se que; nós escrevemos – repito – acima das mulheres e não em cima das mulheres…) por isso em épocas de crise anunciada, as Ruas da Mouraria, outrora cheias de Mouros, Al Mocreves, Al Meirinhos, Al Facinhas, Al Kagoitas, Al Mães e filhos em busca do pão-nosso de cada dia… hoje elas andam pejadas de rosmaninhadores.
E não adianta conservar ali a Capela da Senhora da Saúde, nem a Rua do Capelão pejada de rosmaninho tradicional porque: a saúde pública, ali naquele bairro, autorizou a substituição do rosmaninho por ervas de cor silvestre com perfume de “liamba”… e, apesar do nome Mouraria, a Rua do Capelão é a rua mais católica do fado Al Facinha…
Dizia a velha Lei do Al Kurão trazido para a Mouraria antes do Ti Dom Afonso Henriques ali assentar arraiais … “Os homens são superiores às mulheres porque, Alá outorgou-lhes a primazia sobre elas. Portanto, dai aos varões o dobro do que dais às mulheres!…” e os nossos nobres Varões da política “xuxializante” dos dias de hoje assim fazem, até quando?!… até quando!?…
É público e notório o que se passa na outra banda!… aquela onde os Camelos começam a tomar o lugar dos jericos, dos jegues, dos muares, dos burros, Machos e Mulas!… e, sobretudo dos Campinos porque, segundo a nova diagramação ministerial do ordenamento territorial, veem aí os investimentos do General que nunca passou de Coronel,…
É ele o Ti Ká Dá fi ó fó da galinha dos ovos de ouro, que era o negócio do “pitroil” no mar de Peniche… Ali seria pretéritamente encontrado o ouro negro apenas no ultrassonico subsolo do mar da Palha, que existe em cada cabeça pensante em energias esquesissófrênicas oriundas do actual Largo dos Ratos… iii aatão lá bai;
<<… em tempo de vacas magras, os Além Tejanos trabalham como uns camelos!…>>
Finalizamos com uma citação biológica do Ti Armando Figueiredo, digníssimo participante escriba do Jornal Liberal de Cabo Verde onde ele acabou de descobrir que as batatas velhas já não deitam grelos, e sim elas criam “gorgulho”, carago!…
No nosso tempo de andarilho das terras altas e das serranias, transmontanas, algarvias, e ate´minhotas, o “gorgulho” só aparecia no meio das sementes e grãos…
- mas agora, em vez de batatas nós só comemos lá as “semelhas” importadas do Jardim… à beira Mar Plantado em frente ao Porto Santo!!!… Oh meu Jardim sagrado!… quem te viu e quem TV!?… hein? Hein!?????…
Vendo bem, é possível que o gorgulho dele venha a substituir o grelo das velhas batatas da espécie “ronconce” porque, a partir de uma certa idade é melhor só consumir grellados!… ou grillados como estão agora os balanços da velha Princesa do Atlântico que tem por apêndice um Penedo vendido pela Cora de Portugal a um certo proprietário privado o que – a nosso ver e conhecimento foi a primeira “privatização do patrimônio público” ainda no tempo pré Républicano do início do século “binte” buscar para irmos para o meio de coisíssima nenhuma, que se transformou o “Quinto Império”, tão amargamente conquistado e preservado pelos “Ir os do Mar”!…
Por hoje finalizamos os nossos reflexos ideológicos num pensamente muito usado pela terra e pelas gentes, racionais e irracionais, naturais e imigrantes do Leste mas não entendeste… porque nós, sinceramente; já não entendemos mais nada desta Nau Catrineta que cada dia nos parece mais à deriva!…
Para sabermos um pouco mais do que vem pela proa… vamos ter que aguardar a nova reunião secreta promovida pelos “omes” do Clube dos Bilgerberg que, comosempre está programada para a paradisíaca Ilha Grega Vouliagmeni,… ainda há resistências de alguns membros por causa dos desmantelos dos governantes “xuxialistas” daquela parte do Planeta azul. Desmandos estes causados pelo desentendimento eterno entre Atenas e Esparta.
Uns dizem que não pagam os outros dizem que já pagaram, nós dizemos :
<< … casa onde não há pão, todo o mundo vai à padaria da esquina para o comer “cru à sandes” de quejo da serra, legitimo da Cova da Beira, com salpicão de Vinhais, Alheiras de Mirandela e presunto de Chaves de Oiro vindo lá das Minas da Cabo das Tormentas …>>
Para finalizar esta ronda pela ementa tradicionalmente apresentada antes do encerramento do Novo Orçamento Geral – aquele sim que levou o anterior Gabinete a atingir ao Pomo da Discórdia que aí está – já antevemos esta caminhada imaginada e prometida no início da mais recente campanha dos candidatos (eternos… porque são sempre os mesmos) ao poleiro, sendo substituída a “Passos de Coelho” por meros arremedos de passos de tartaruga a caminho do mar alto que tantas lágrimas nos tem tirado ao longos destes quase nove séculos de Ná São Balentiiiii… mortal. – Afinal ninguém vive para sempre e ninguém ca´fica p’ra semente carago!…
Recebam todos um grande abraço, e até breve…
Silvino Potêncio – Setembro de 2011
Emigrante Transmontano – O Home de Caravelas – Mirandela
LIGUE O SOM e clique aqui>> Sinfonia nº 40 en Sol Menor de Mozart
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nana mouskouri – india
(ligue o SOM)
De: Silvino Potêncio
Por motivos técnicos, cujo desconhecimento não nos permite explicar aqui, nos ultimos dias temos tido alguns problemas para acessar e divulgar aqui novos “escritos” da nossa autoria, contudo e seguindo a ideia do nosso Amigo Dr Barroso da Fonte, lá das Terras do Verde Minho, continuamos a escrever para o “Baú”!… ou seja, alguém mais tarde, talvez venha a se interessar por nos ler, aqui ou em outro qualquer espaço cibernético!
Para já deixamos o registro de agradecimento a todos aqueles que dividem o seu tempo connosco e desejamos-lhes um Excelente final de semana.
Abraço e ate breve…
Silvino Potêncio – Emigrante Transmontano – O Home de Caravelas – Mirandela
Ex Combatente – Retornado² Luz & Tano – Ex Membro do IARN…
canção do mar_YouTube – Cancao do Mar_canção do mar
De: Silvino Potêncio (*) “Ali na Beira do Cais!…”
Ali na beira do Cais,
Onde se me soltam tantos ais…
Onde o coração me invade desta eterna saudade!…
Ali… aonde eu um dia,
Fui… sem saber aonde eu iria!…
Á procura desse instante de me tornar teu amante!
Lá longe no meu horizonte,
Onde os raios de luz da tua fronte…
Me iluminam esta Alma, esta dor que não se acalma!
Nem na ida nem na vinda,
A tua silhueta tão linda…
Me deixa adormecer, e muito menos esquecer!
E sempre que vou embora,
Fico à espera dessa hora…
De voltar… p’ra te abraçar!
(in: Poesias Soltas)
Silvino Potencio
Emigrante Transmontano em Natal (Brasil)
Publicado em: HTTP://zebico.blog.com
De: Silvino Potêncio,… ® Os Gambuzinos (283)
>>> a Grécia e o Peixe SILURUS!…
Vale mais dar o Peixe, do que ensinar a pescar no Rio Ponsul… lá para as Bandas da Beira Baixa, a caminho da Zebreira!… aonde abundam os Silurus da família do Silurus Dae…em vez de vender! (Silvino Potêncio)
LADOEIRO, … meados de 1977, ali chegámos a convite do nosso Amigo José Manuel Barroso (que não é Presidente da Europa porque não é Durão…) para um último esforço de permanecermos na Santa Terrinha, antes de tomarmos o azimute para a emigração! – Decisão esta que viemos a tomar, ao final da nossa passagem por aquela ponte sobre o Rio Ponsul em finais de 1979.
Por lá ficámos uns dois anos, ou quase… e durante esse tempo foram milhares de travessias na ponte do dito cujo Rio Ponsul. – Até aqui nenhuma novidade se nos apresentou e portanto continuamos a escrever mentalmente os nossos “gambuzinos” em uma busca constante do nosso entendimento darwiniano! … pelo menos até ao momento em que recebemos a noticia que finalmente chegou! E chegou via RTP – Relato Temporário das Pescas…
Já não se pode ir à pesca naquele rio porque os peixes são grande demais! … iii aatão lá bai:
- Incentivados pelo nosso sentido de Portugalidade sobrevivente, nós fomos à Torre do Tombo e encontramos lá isto:
Silurus é um género de PEIXE da familia Siluri Dae,… logo se o nome diz que é para dar então nem precisamos de ensinar a pescar carago!…
(dizia-nos isto o antigo PM – Primo Mané – que andou por lá por aquelas bandas antes de ir para a capital do reino a arrotar postas de pescada na midia e na média inteligência virtual que Deus lhe emprestou!…)
Mas… olhem lá!…
Como é que vamos dar o peixe de graça se não podemos ir lá pescar?…
- Bãon… o assunto é do Alto Interesse Nacional e por isso precisamos esclarecer aqui alguns factos do facto oculto por obediência à Lei Maior…
Em tempos de crise e recessão deve-se “dar de beber a quem tem sede, e dar de comer peixe a quem não goste de carne”!!!…
Alguns anos atrás, em reunião secreta, no Largo dos Ratos, foi determinado que o Ti Zé Pô Vinho além de beber também precisava comer…
E , sobretudo, comer peixe do Rio Ponsul porque, para trazer sardinhas e carapaus de Peniche ou da Póvoa do Varzim, isso ia custar os olhos da cara aos contribuintes e,… além disso, as Auto Estradas, novinhas em folha, elas corriam o risco de espantar os Turistas por causa do mau cheiro das espinhas que os Emigrantes deixavam na valeta sem as enterrar – e não podia ser de outra forma porque sendo todos uns “sem terra” porque cargas d’água haveriamos de enterrar!…
Com a crise que aí está quando se arranjam umas sardinhas assadas na brasa até se lhe aproveita o cheiro!
Já tem tecnologia para engarrafar o cheiro de sardinha assada, castanha assada, feijão cozido à Portuguesa, couve nabiça com grelos e alheiras da nossa terra, mas… essa explicação fica para outra crônica, agora vamos ao peixe!
Nessa reunião foram chamados vários especialistas em peixe do rio do tipo e da especie SILURUS e porquê!?…
Foi escolhido este peixe justamente porque, esta especie atendia aos parametros da licitação do Governo da capital do reino, entre eles; o tipo SIRULUS ARISTOTELIS … que é endêmico da Grécia mas como a Grécia, já naquele tempo sofria de endemia económica e financeira… e então fez-se um acordo secreto com o Recto Angulo Luz & Tano e prontos!!!…
- lá se importaram os silurus aristotelis (até porque o PM – Primo Mané dessa operação era o falido PM Sócrates, e… como sabemos quem sai aos seus peixes não degenera na carne de porco).
- Acontece que este “gambuzino” só gosta de água doce dos lagos e, como se acabaram os lagos na Grécia ele se procriou muito bem no Rio Ponsul… a ponto de, os pescadores já não gostarem de ir lá pescar, porque para tirar os peixes da água – alguns com mais de 2 metros de comprimento e uns 300 quilos de peso (passe embora esta conversa de pescadores) e por causa disso é preciso abrir uma estrada de terra batida até chegar lá embaixo na borda do rio para montar um guindaste e assim trazer os tais “gambuzinos “ SILURUS para fora da água.
Além do mais os Silurus comem os outros peixos todos e, por causa disso, quando a gente vai à Praça em Castelo Branco, só se encontram lá Silurus e mais Silurus!!!… lá no mercado Municipal nem sequer se encontra carapau ou um simples “jaquinzinho” p’ra acompanhar cu arroz de grelos, carago!
Ora vejam aqui agora outro caso ainda mais grave;
O exportador Grego não tinha a quantidade de SILURUS pedida pelo Ministério das Pescas Luz & Tano, e foi obrigado a contratar a importação de SILURUS da Malásia do tipo “silurus furness” … porque ele tinha que fornecer e então nada melhor do que completar o pedido que já estava pago com o dinheiro da Caixa do Bruxo Elas…e prontos!… lá se compraram então também umas caixas de “silurus furness” que é endêmico da Malásia.
- Foi logo feita uma endemia do caraças!…. porque os peixes povoaram todo o complexo lago do Alqueva e, como já não havia mais espaço na lagoa, eles emigraram para o Rio Ponsul, para ficar mais fácil assim a viagem até Lisboa, com a passagem livre pelas Portas de Rodão, ali à Beira de Vila Velha.
Depois de uns seis meses de experientes trabalhos de pescaria do SILURUS,… a Associação dos amantes de GAMBUZINOS filiados ao ASAE, um órgão então recém instalado na capital da Beira Baixa para fiscalizar a importação de peixes do Rio Ponsul, chegou-se á conclusão que o melhor era comprar mais peixe do tipo silurus dae … é melhor do que vender! e… já que era para dar… isto, (repetimos), em obediência ao velho jargão popular adoptado pelos donos do poleiro nestes ultimos anos, décadas melhor dizendo; Vale mais dar o Peixe, do que ensinar a pescar no Rio Ponsul… foi decidido em conselho de Ministros que era absolutamente necessário importar mais peixe…
Mas Ministro… eis celência!…
- nós já estamos a dever ao merceeiro da esquina, ao mascate da rua de cima, ao taberneiro da rua debaixo, ao alfaiate da viela ao fundo da escada e até ao Ti Bruxo Elas… como é que vamos importar mais peixe, hein???…
(isto perguntava com insistência o Ti Zé Pô Vinho…)
Bãon… não se preocupem!… bebida nós já cá temos de sobra.
Até Jesus consegui transformar a água em vinho depois de comemorar a derrota do Glorioso face aos Dragões …
- aatão porque é que nós não havemos de transformar os peixes, hein?… hein?…
E assim se fez um novo pedido ao fornecedor Grego que, como estava no contrato inicial foi logo avisando…
Portugas, olhem lá portugas!!!…
- eu até vos vou mandar mais SILURUS mas, agora só tenho da espécie SILURUS MENTO, que é endêmica do China… serve?!…
Enapáaaaa… desta vez é que acertamos na mosca!…
(também pudera… com tanto peixe, só podia aparecer aqui um monte de moscas, em cima da mesa de negociações!.. lá diz o povo quanto mais se mexe no peixe, mais moscas aparecem!…)
- vangloriava-se disto o então Ministro das Pescas…
- desta vez nem vamos precisar pagar à China… vamos receber de presente peixes de Grego, carago!… agora vai!
Gritava o nosso endêmico PM (Primo Mané)…
……………..
Dito e feito! …
Assim, mandou-se lá um Pescador da região de Santo Tirso, um Biólogo que era primo do amigo do sobrinho de um conhecido Deputado de fora do Circulo da Emigração que nunca vai a São Bento para não ser reconhecido pelas pessoas fora do seu circulo eleitoral, e … prontos!… assim se formou uma nova fornada para trazer mais peixe importado.
E, desta forma, resolveu-se o problema de vez porque o peixe é endêmico da China e não há o risco de extinção, só tem o risco da extensão!…
E é justamente esta a luta dos pescadores do Rio Ponsul… a extensão!..>
Os peixeis são tão grandes, mas tão graaandes… que é preciso construir traineiras de 50 metros de convés para os colocar atravessados, e mais!… são chineses!… e ainda por cima de graça!
Sim!… porque tudo que os Gregos devem já está no prego…
Agora, de graça, todos os Gregos dizem em uníssono:
eu devo, não nego…pagarei quando puder!
Em Portugal já vamos a compor um novo hino, mas… enquanto isso, cá vamos vamos cantando e rindo,… levados, levados sim, pela voz do Ti Zé Manel Barroso…
Ir os do maaaaaaaar…ná são balentiiiiiiii… moral.
Vamos pescar oige de novo no Ponsul em Portugal…
Silvino Potencio
O Home de Caravelas de Mirandela
Emigrante Transmontano em Natal/Brasil
Extraído do meu Livro “Eu, o Pensamento, a Rima!…” deixo-vos mais um poema para meditar:
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De: Silvino Potêncio >>>>>> POEMAS DE ANGOLA -
<< MEU GRITO…>> (12)
Meu grito é triste lamento,
De pássaro em jaula fechado.
Traído e do ninho roubado,
Vencido por todos num momento,
Que a sorte lhe foi mais adversa,
Da vida não tem mais promessa…
Salvo seja quem me ouvir,…
Dos tantos ladrões de almas vivas.
- Pedintes em som de carpir…
Choradas, infelizes, cativas!…
Cercado em cela sem luz,
Sem raios de sol benfeitor;
Minha companhia é a dor,
Meu contento que sempre reduz,
Meus ais e sons lancinantes
– Saídos com dores constantes!…
(in: Eu, O Pensamento, a Rima!…) Luanda/1971
Publicado em: www.silvinopotencio.net
E no site: Kimbo de Angola Feiticeira
De: Silvino Potencio,
Talvez porque seja o meu destino, nasci no Nordeste de Portugal (ainda hoje uma das regiões mais pobres do Recto Ângulo Luz & Tano) depois que saimos de Angola eu vim para no Nordeste Brasileiro que – de certa maneira – herdou o carisma dos Lusos e… é também a região mais pobre do Brasil do ponto de vista de econômico porém… quem sabe a mais rica em recursos de cultura Lusófona.
Deixo-vos aqui um pequeno histórico e umas quadras que escrevi nos festejos juninos do ano transacto:
Forró é uma festa popular brasileira, de origem nordestina e é a dança praticada nessas festas, conhecida também por arrasta-pé, bate-chinela, fobó, forrobodó. No forró, vários ritmos musicais daquela região, como baião, a quadrilha, o xaxado, que tem influências holandesas e o xote, que veio de Portugal, são tocados, tradicionalmente, por trios, compostos de um sanfoneiro (tocador de acordeon—que no forró é tradicionalmente a sanfona de oito baixos), um zabumbeiro e um tocador de triângulo.
O forró possui semelhanças com o toré e o arrastar dos pés dos índios, com os ritmos binários portugueses e holandeses, porque são ritmos de origem européia a Chula, denominada pelos nordestinos de simplesmente “Forró”, xote(“Xotis”), o termo correto, e variedades de Polcas européias que são chamadas pelos nordestinos de arrasta-pé e ou quadrilhas. A dança do forró tem influência direta das danças de salão européias, como evidencia nossa história de colonização e invasões européias.
Conhecido e praticado em todo o Brasil, o forró é especialmente popular nas cidades brasileiras de Campina Grande, Caruaru, Gravatá, Mossoró, e Juazeiro do Norte, onde é símbolo da Festa de São João, e nas capitais Aracaju, Fortaleza, João Pessoa, Natal, Maceió, Recife, São Luís e Teresina, onde são promovidas grandes festas.
(extraído do meu Livro – em formatação – “POESIAS SOLTAS”)
O Trem do Fòrrò!
Nós fomos dançar o fórrò,
No Trem de Ceara Mirim…
Na ida p’ra Festa eu fui só,
Na volta, alguém se atracou em mim!
Foi uma tal de atracação,
Que o trem parou p’ra ouvir,
As palmas do meu coração…
Nesta festa do “ir e vir”!
É um vai e vem da moléstia,
Que atrai até os olhares,
Da luz da gente, nem réstia…
E lá se formaram os pares!
São dois p’ra lá e dois p’ra cá,
Como se fosse um bolero…
Mas o ritmo é p’ra dançá,
Forró,…e se tu quer, eu quero!
O trem saiu devagar,
Porque ainda estava frio,
Mas começou a esquentar…
Logo depois de atravessar o Rio!
Pouca terra , pouca-terra!…
Cantavam as rodas da festa.
A viagem do trem foi à guerra,
E a turma terminou em seresta.
Lá chegamos em Ceara Mirim,
Já cansados mas dispostos,
A banda tocava um chinfrim,
De dar um calor nos rostos…
No ritmo do São João,
Nós saímos chacoalhados,
Eram uns c’ua mão na mão,
E outros c’us olhos trocados!…
Eita… trem bão que nem este!…
Vamos dançar todo o ano,
Um forró do “caba da peste”,
- Qui inté a dar os passu eu m’ingano!
Vamo lá intão di novo…
São dois p’ra lá dois p’ra cá!
Faça assim como todo o povo!…
Um forró vamos dançá!!!…
Autor: Silvino Potêncio – Emigrante Transmontano em Terras Potiguares
(in: Poesisas Soltas – Junho/2010)
Tags: diaspora, emigrantes, literatura, lusofonia, poesias, tradições
De: Silvino Potencio,
Em 2008 faleceu o Ti Zé Bico, Meu Querido Irmão que tanto trabalhou e viveu em Angola de onde trouxe 3 filhas, Minhas Dilectas Sobrinhas as quais não pude ver crescer nem acompanhar nestes ultimos 32 anos.
Através de um contato meu na Indonesia, eu tomei conhecimento de um estudo da Planta GRAVIOLA do Amazonas, cujo principio quimico activo tem um poder de cura 10 vezes maior que qualquer tratamento quimico em uso actual pelos médicos, nas suas terapias (aqueles que quiserem saber mais detalhes podem me visitar no meu Blog http://zebico.blog.com e procurar lá a tradução desse estudo) contudo hoje eu acho importante vos deixar aqui mais um texto a propósito. Cada um reflita e reagira´da forma que quiser ou melhor se sentir!!!… às vezes, a solução para os nossos problemas está na origem ou seja; dentro de nós mesmos!
(CITAMOS):
BOCHECHAR COM O ÓLEO DE GIRASSOL
Pelo Dr. F. Karach
Academia de Ciências da Rússia
Do relatório do Dr. F. Karach, um participante do Congresso de Cancerologia e Bacteriologia da Ucrânia, no qual foi explicado um método incomum e muito simples de cura para o corpo humano com a ajuda do óleo vegetal de girassol.
Os resultados desse processo de cura provocam admiração e dúvidas sobre o conteúdo de seu relatório.
Mas, após um exame mais detalhado de sua terapia com o óleo, qualquer um pode se convencer dos argumentos dele e experimentar os efeitos em seu próprio corpo.
É mais do que impressionante que um método de cura tão simples possa produzir um sucesso tão grande para a saúde, tanto no tratamento quanto na cura de doenças “nas
quais se pode até evitar cirurgias ou ingestão de medicamentos de vários tipos com seus efeitos colaterais tão prejudiciais”.
Dr. Karach continua expondo que, na verdade, o princípio da cura está principalmente na maneira como ela é feita, isto é, em saborear e bochechar o óleo na cavidade bucal. O resto da cura é feita pelo próprio organismo humano.
Deste modo, é possível que, ao mesmo tempo, todas as células e tecidos do corpo se regenerem juntos. Com isso, impede-se o extermínio da flora bacteriana e, consequentemente, os estragos no organismo. Do contrário, o equilíbrio do organismo é enfraquecido e, como conseqüência final, fica diminuído e seu tempo de vida. O ser humano vive, praticamente, só a metade dos anos que poderia viver. Ele poderia muito bem atingir 140 ou 150 anos.
Com este método, dores de cabeça, bronquite, dores de dente, trombose, doenças sanguíneas crônicas, artrose, paralisia, eczemas, úlcera no estômago, doenças intestinais,
dores no rins e no coração, encefalite e doenças femininas, foram totalmente curadas.
Como profilaxia, a formação de tumores letais é impedida e também curadas, assim como, por exemplo, doença sanguíneas crônicas, paralisia, doenças nervosas, estomacais, pulmonares e de fígado e, a doença do sono epidêmica.
O método de cura aqui apresentado, cura o organismo por inteiro e funciona também como preventivo nos casos de tumores e enfartos. Com esse método consegui curar minha doença sanguínea crônica, com a qual convivi durante 15 anos e curei também minha artrose.
O PROCESSO DE CURA COM O ÓLEO DE GIRASSOL VEGETAL
MODO DE USAR:
Coloca-se na boca uma colher de óleo (no máximo uma colher de sopa – no mínimo, uma colher de chá). Esse óleo vai ser trabalhado na boca, sem pressa e sem esforço.
Faz-se bochechos com o óleo, de boca fechada, durante 15 a 20 minutos. O óleo não deve ser engolido de jeito nenhum. A princípio o óleo deve estar pastoso, mas depois vai ficando mais fluido. Quando a boca estiver bem cheia de líquido, cospe-se tudo. O líquido que sai tem que estar branco como leite. Se ainda estiver amarelo é sinal que se bochechou por pouco tempo. Depois de cuspir, lave a boca várias vezes com água corrente e escove os dentes. O líquido branco que foi cuspido está cheio de veneno (no sentido figurado), de tal forma que a pia ou o lavatório onde se cuspiu o líquido, tem que ser bem lavados. MELHOR ENTAO CUSPIR NO VASO SANITARIO E DAR DESCARGA!
No líquido cuspido se encontra uma quantidade imensa de bactérias, vários tipos de micróbios patogênicos e outras substâncias patogênicas prejudiciais à saúde. Se nós formos examinar uma gota deste líquido num microscópio que aumenta 600 vezes, veremos uma série de fibras se movimentando. Estas fibras são exatamente os micróbios em estágio inicial de desenvolvimento, não permitindo que se atinja um estado de saúde permanente. Um dos efeitos mais acentuados é fortalecimento dos dentes bambos, acaba com sangramento das gengivas e os dentes se tornam mais brancos.
É melhor fazer este bochecho com o óleo de manhã cedo, ao se levantar e sem ter lavado o rosto e escovado os dentes, isto é, antes de tomar o café da manhã.
Se quiser apressar o processo de cura, pode-se repetir o processo por três (03) vezes ao dia, antes das refeições e com o estômago vazio. A única coisa que acontece é o aceleramento do processo de cura e não há prejuízo à saúde.
ESTE TRATAMENTO DEVE SER MANTIDO ATÉ QUE:
a) o organismo volte a ter sua fortaleza original, b) você volte a ter sono tranqüilo,
c) ao acordar não sinta fadiga nenhuma, d) os olhos devem estar sem olheiras,
e) um apetite saudável, um bom sono e uma memória sem problemas voltem a existir.
Aqui é bom salientar que no princípio pode aparecer uma piora aparente, especialmente nos pacientes que sofrem de várias doenças ao mesmo tempo. Este sentimento (sic) aparece principalmente quando os focos de infecção começam a desaparecer ou quando um foco de infecção inflamado começa sobre outro foco, que no futuro iria se converter numa doença perigosa.
Não há, entretanto, por causa disto, nenhum fundamento para interromper o tratamento, mesmo que apareça febre. Uma piora significa apenas que a doença está desaparecendo e o organismo está se recuperando. A cura em si acontece durante o bochechar com o óleo e, quantas vezes por dia se quer aplicar o tratamento, fica por conta da decisão de cada pessoa. Doenças súbitas demoram de dois a quatro dias para serem curadas. Doenças crônicas demoram até um ano para serem curadas.
NÃO INTERROMPA O TRATAMENTO ATÉ CONSEGUIR A CURA
OBS.: Tradução por Cleuza During, baseada no texto publicado na revista “Natur und Medizin” – Nº 1 – Jan/Fev – 1993 – Pág 08
Endereço: Am Nichaelshof 6.5300 – Bonn 2 – Alemanha 14 03 93
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Depoimentos
“Há três anos, eu sofria de um eczema vermelho e dolorido, que se estendia como uma marca feia do nariz à boca. A marca não melhorava com nenhum tipo de medicação. Quando li o artigo sobre o óleo de girassol na primeira circular desse ano, comecei imediatamente a bochechar com o óleo. Na terceira manhã, estava me olhando no espelho para me pentear e não acreditei o que vi: o eczema havia desaparecido por completo e até hoje não voltou”.
Agora se passaram seis semanas e os ilagres continuam. Durante mais de 30 anos tive que consultar um médico, na primavera e no outono, por causa de uma sinusite, muitas
vezes acompanhada de uma forte febre. Fazia inalações, gargarejos e recebia tratamento ultravioleta. Outras vezes ficava acamada.
Seis semanas após a terapia com óleo, tudo desapareceu. Os lenços não estão mais repletos de muco e manchas escuras e até a bronquite desapareceu.
Realmente não estou exagerando, e gostaria que soubessem da minha profunda gratidão pela publicação do artigo.”
“Há alguns anos, duas freiras alemãs foram para a Rússia trabalhar com freiras polonesas em um grande centro industrial. Em seu relatório a Casa Mãe, mencionaram um costume estranho: antes de cada uma das três refeições era obrigada a “mastigar” o óleo de girassol durante 15 minutos. Não gostavam nada deste costume, que consideravam absurdo.
Um ano mais tarde, mandaram novo relatório. Desta vez, mencionaram novamente o óleo de girassol, mas de forma mais positiva. Ficaram abismadas ao perceber que muitos problemas de saúde haviam desaparecido e ambas estavam se sentindo fortes e saudáveis apesar do trabalho pesado. Atribuíram tudo isso ao óleo de girassol, tão valorizado pela população local.
“Logo após a publicação do primeiro artigo sobre curas com o óleo de girassol comecei com essa terapia. Parece incrível, mas há anos não tenho mais nenhum resfriado ou gripe”.
“Há dois anos estou bochechando diariamente com óleo de girassol durante 15 minutos ao levantar. Resultado: há anos vivo sem resfriado, tosse, dor de garganta ou sinusite. Não tenho mais medo de andar de ônibus ou trem repleto de passageiros tossindo”
Há 20 anos estava sofrendo de um eczema no canal do ouvido. Muitas vezes a coceira era
tão intensa que eu coçava até sangrar, outra escorria uma secreção malcheirosa do ouvido. A cada quatro semanas era preciso ir ao otorrino para fazer uma limpeza no canal. Nos últimos anos, ainda apareceu um zumbido no ouvido. A lavagem, as pomadas, e eventual irradiação só ajudavam durante quinze dias.
Motivada por inúmeros depoimentos, decidi então bochechar a cada manhã com óleo de girassol – uma colher de sopa durante 20 a 30 minutos. A coceira acabou após quatro dias apenas e, aos poucos, o canal ficou completamente liso. Durante a consulta seguinte o otorrino comentou: ’Não entendo, mas o ouvido está completamente curado. O que foi que a senhora fez?’
“Um amigo nosso teve um eczema muito grave no dorso da mão. Durante muito tempo ia de medico em medico. Começou a bochechar com óleo e após seis semanas, a erupção desapareceu para nunca mais voltar”.
Estou bochechando desde 1993 e após um ano percebi que nunca mais tive câimbras na barriga da perna e nos pés “”.
“Há dois anos estou bochechando durante o inverno duas a três vezes ao dia.
Desde então meus brônquios não são mais afetados, não preciso mais usar spray ou medicamentos”.
“Há dois anos bochecho regularmente com óleo de girassol. Antes disso, tinha um resfriado e gripe atrás do outro, apesar de me alimentar bem, praticar esporte, banhos alternados e sauna. Após os bochechos, não tive mais infecções respiratórias e, além disso, desapareceu o sangramento das gengivas, minha pele está mais limpa e pequenas feridas saram mais depressa. Também sinto que o bochecho tem um efeito calmante quando estou muito estressada e em pouco tempo, desaparecem os sintomas psicossomáticos no
estomago e intestino, gostaria que isso servisse de incentivo para todos que ainda não provaram os bochechos”.
“Há dois anos e meio estou bochecho regularmente e desde então minha bronquite
de que sofria varias vezes por ano nunca mais apareceram. Também os meus problemas na gengiva desapareceram por completo”.
O dentista John E. Waters observou que existe uma relação entre tumores malignos e tártaros nos dentes: em 20 anos de profissão, ele não encontrou nenhum caso câncer isento de tártaro nos dentes.Todos os casos de câncer e diabete vinham acompanhados de forte tártaro, o que pode servir de sinal de alarme.
“Quando li a respeito do óleo de girassol, comecei imediatamente a bochechar por causa de sangramentos na gengiva e problemas circulatórios. Ambos melhoraram e há dois meses também a dor nas costas diminuiu muito: posso me virar à vontade na cama e levantar com facilidade. Sinto-me melhor do que há, muitos anos”.
“Meu dentista ficou muito admirado que meu tártaro praticamente desapareceu. Problemas crônicos levam mais tempo para melhorar. As hemorróidas desapareceram após nove meses. Minha pele ficou limpa após um ano, as varizes diminuíram e os problemas de
insônia desapareceram. Após um ano minha pressão sanguínea, muito baixa, ficou normal. É importante perseverar. Todos os meus amigos que perseveraram melhoraram a saúde”.
“Comecei a bochechar bastante descrente, mas logo após as primeiras aplicações desapareceu o zumbido dos ouvidos que muitas vezes havia chegado ao limite tolerável, Somente aquele que já sentiu esta tortura pode imaginar o meu alivio. Além disso, desapareceram os problemas brônquios e melhorou meu reumatismo.
Estou me sentindo muito bem”.
“Há um ano as dores em meu joelho direito haviam aumentado tanto que durante três dias não pude levantar.
Comecei imediatamente com a terapia do óleo e após duas semanas melhorei muito. Tive medo que a melhora fosse apenas passageira, mas até hoje as dores não voltaram”.
Também tenho uma tia de 87 anos que há muito tempo só podia se locomover com muita dor e apoiada e, uma bengala para andar os 300 metros até a minha casa. Também para
ela parece um milagre: caminhando sem bengala e me acompanha à cidade para fazer compras.”
“Conheço três pessoas que curaram as dores no ombro e uma que deixou de ter dores no joelho. Eu mesma curei a minha dor crônica no cóccix. Durante as férias, não bochechei e
as dores voltaram. Ao retornar, recomecei a bochechar e as dores tornaram a desaparecer. Isso para mim é uma prova da eficácia do óleo”.
“Há mais de quatro anos estou bochechando regularmente de manhã. É impossível comparar meu estado atual de saúde com a época anterior, quando constantemente resfriada, com dor de garganta, tosse, sinusite, sangramento na gengiva, tonturas e fraqueza. Tudo isso desapareceu e estou feliz de viver sem medo alguns desses problemas”.
“Estou bochechando há algum tempo e a asma e a bronquite melhoraram.”
Terapia pela Técnica de Extração com Óleo ["Oil Pulling"]
Esta é uma técnica bem natural e suave, que pode curar inúmeros problemas de saúde, como pode ser observado na literatura: vide
Técnica: Bochechar
uma colher de sopa de óleo de gergelim (“sesame”) ou girassol, durante 15 a 20 minutos, até o óleo ficar bem diluiído na saliva e com cor branca [se o óleo ainda estiver amarelado, você não o bochechou suficiente], com o estômago vazio [antes do café da manhã, ou antes das 3 refeições diárias]. Lavar a boca com água após cuspir fora o óleo.
Não engolir o óleo, que estará cheio de parasitas e bactérias, após o bochecho. Os óleos devem, de preferência serem não-refinados (“cold pressed”), mas os dois citados acima também funcionam quando refinados (facilmente encontrado em supermercados). Não se deve gargarejar o óleo, apenas o movimentar na boca lentamente. Remova pontes e dentaduras antes de começar o gargarejo. Após o gargarejo pode-se comer logo em seguida, sem necessidade de se esperar um certo intervalo de tempo. Apenas os dois tipos de óleo citados [gergelim e girassol] têm dado consistentemente bons resultados.
Como funciona:
O óleo extrai os mucos, bactérias e toxinas de seu corpo utilizando sua saliva. De acordo com a Medicina Ayurvédica, o muco é um veneno que deve ser removido de seu corpo.
Comentários:
Esta parece ser também uma técnica de cura muito popular na Rússia [Dr. F. Karach]. Como qualquer técnica curativa, pode surgir um certo agravamento de sintomas [crise curativa] antes da cura completa da doença aguda ou crônica. Muitos problemas
orgânicos têm sido sanados com esta técnica, tais como: mau hálito, limpeza e clareamento dos dentes, eliminação de inflamações na gengiva (gengivite e periodontite), refixação de dentes moles (com mobilidade), eliminação de febres, gripes e resfriados, artrite, doenças femininas (regularização da menstruação e distúrbios hormonais), redução de varizes (veias saltadas) nas pernas, melhoria na visão, bons resultados nos casos de câncer e aids, etc.
(FIM DE CITAÇÃO)
Abraço e até breve…
Silvino Potêncio
Emigrante Transmontano em Natal/Brasil
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